Dois corpos na escuridão de um lugar abandonado, seus pés seguiam onde a claridade da lanterna alcançava. Uma porta de madeira e chegaram no terraço. A vista era quase mortal, as luzes da cidade pareciam uma chuva de estrelas, todas caindo na mesma direção - eles. O ar, parado e fresco, saia quente por suas bocas. Procuravam um ao outro por trás da fumaça, os rostos próximos se refletiam como espelho, as mesmas expressões, os mesmos pensamentos. Qualquer palavra ou ação poderia mudar totalmente o roteiro daquelas duas vidas colocadas pelo vento logo ali, onde a distância do mundo era inebriante.

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