Te escrevo menina, porque te devo. Não dever em pesar, não me entenda mal. Te devo um sol numa caixinha, que só voce possa abrir, só voce possa entrar. Se eu falto é pro meu bem, e pra quem estiver por perto daqui há algum tempo. Mas olha, voce não falta aqui. Nem por um segundozinho se quer. Quem dirá uma vida. Não é porque a gente não dá corda na bailarina que ela sai da caixinha de música, não é? Se faça em luz, movimento, e quando necessário, som. Se faça amável como sempre. E se faça em lembrar, nunca esquecer, seja o que for.... tudo é válido. Só não é válido criar situações imaginárias quando as mesmas não te fazem bem (com ar de riso mas é sério). Se cuida daí que eu te cuido daqui. Até mais ver ...onde o vento tocar.
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