Os dedos estralam numa dança de intervalos que não medem o tempo – mas as batidas do coração. E a vida se propaga. O corpo, cansado de boiar, move braços e pernas e conecta-se à coreografia coordenada pela água, que faz a pele deslizar sem peso algum.A mente se espalha pela superfície e mergulha, sente um impulso forte, tanto da água quanto do desejo de permanecer ali, mas conhece o caminho de volta e as voltas em mundos que o caminho traz.A possibilidade de sentir a terra roçar nos pés e os pés roçarem na água faz com que o corpo e a mente se unam – e que assim possam até mesmo seguir o vento.São um todo agora: o corpo, a mente, a terra, a água, o vento, o tempo. E juntos podem alcançar... o que quer que seja.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
A dança entre o ser e o universo
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